O que você sabe sobre o descobrimento do Brasil?

Aposto que a primeira lembrança que vem à sua cabeça é constituída por portugueses vestidos com lençóis brancos e chapéus pontiagudos, índios pelados e a Bahia.. aah a Bahia, é claro…e depois o ano de 1500, mas isto porque a Globo encheu de relógios por ai..

Mas você vai se surpreender ao saber que desde o longínquo ano de 1339 o nome Brasil já aparecia em mapas. Aliás, os portugueses sabiam muito mais do que os espanhóis quando assinaram o glorioso Tratado de Tordesilhas (quase a totalidade das melhores terras ficou com eles, exceto o RS).

Contudo, o mais incrível é que o suposto descobrimento do Brasil está intimamente vinculado às cruzadas (Terra Santa), ou melhor, à relação entre a Ordem dos Templários e a Ordem de Cristo.

Em um resumo cronológico sucinto, a Ordem dos Templários, que fornecia proteção aos cristãos que peregrinaram para Jerusalém, foi perseguida por uma dupla francesa, um papa e o rei, por toda a Europa, tendo muito cavaleiro migrado para o reino luso, lá fundando a Ordem de Cristo, por 1300 e alguma coisa (era isto ou a morte).

Ocorre que os Templários compuseram uma organização religiosa/militar muito poderosa na época, respondendo apenas às ordens papais, tanto é que fundaram o primeiro banco, ao posso que os cristãos depositavam seu dinheiro na Europa e retiravam na Terra Santa. Assim ganharam credibilidade, riquezas e inveja, esta dos monarcas, mas isto é outra história.

Enfim, era uma organização sem precedentes em todas as áreas de conhecimento, inclusive marítimo. E tudo foi parar em Portugal.

Pedro Álvares Cabral nunca foi um daqueles viajantes errantes da Coroa. Era sim um cavaleiro da Ordem, um dos mais graduados e sábios.

Oportunamente, certo tripulante da “primeira” viagem rumo ao Brasil escreveu uma carta a bordo referindo: “Ali estava com o capitão a bandeira da Ordem de Cristo, com a qual saíra de Belém, e que sempre esteve alta.”, era Pero Vaz de Caminha.

Moral da história: nunca acredite incondicionalmente nos portugueses (e seus descendentes). Alecsandro e Kleber Pereira ninguém merece!

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O que você sabe sobre o descobrimento do Brasil?

Aposto que a primeira lembrança que vem à sua cabeça é constituída por portugueses vestidos com lençóis brancos e chapéus pontiagudos, índios pelados e a Bahia.. aah a Bahia, é claro…e depois o ano de 1500, mas isto porque a Globo encheu de relógios por ai..

Mas você vai se surpreender ao saber que desde o longínquo ano de 1339 o nome Brasil já aparecia em mapas. Aliás, os portugueses sabiam muito mais do que os espanhóis quando assinaram o glorioso Tratado de Tordesilhas (quase a totalidade das melhores terras ficaram com eles, exceto o RS).

Contudo, o mais incrível é que o suposto descobrimento do Brasil está intimamente vinculado às cruzadas (Terra Santa), ou melhor, à relação entre a Ordem dos Templários e a Ordem de Cristo.

Em um resumo cronológico sucinto, a Ordem dos Templários, que fornecia proteção aos cristãos que peregrinaram para Jerusalém, foi perseguida por uma dupla francesa, um papa e o rei, por toda a Europa, tendo muito cavaleiro migrado para o reino luso, lá fundando a Ordem de Cristo, por 1300 e alguma coisa (era isto ou a morte).

Ocorre que os Templários compuseram uma organização religiosa/militar muito poderosa na época, respondendo apenas às ordens papais, tanto é que fundaram o primeiro banco, ao posso que os cristãos depositavam seu dinheiro na Europa e retiravam na Terra Santa. Assim ganharam credibilidade, riquezas e inveja, esta dos monarcas, mas isto é outra história.

Enfim, era uma organização sem precedentes em todas as áreas de conhecimento, inclusive marítimo. E tudo foi parar em Portugal.

Pedro Álvares Cabral nunca foi um daqueles viajantes errantes da Coroa. Era sim um cavaleiro da Ordem, um dos mais graduados e sábios.

Oportunamente, certo tripulante da “primeira” viagem rumo ao Brasil escreveu uma carta a bordo referindo: “Ali estava com o capitão a bandeira da Ordem de Cristo, com a qual saíra de Belém, e que sempre esteve alta.”, era Pero Vaz de Caminha.

Moral da história: nunca acredite incondicionalmente nos portugueses (e seus descendentes). Alecsandro e Kleber Pereira ninguém merece!

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No ar.. Ao lado das vítimas.

Aliás, poderia ter escolhido outro nome.

Mas como trabalho  por e para elas e adoro o livro, de mesmo título, escrito por Enrico Ferri, enfim, pesou na minha escolha.

Não tenho o dom das letras, a exemplo da minha amiga Carol, minha cúmplice, mas sei de um truque ou dois que poderão entretê-los. hehe

A propósito, sou um debochado assumido.

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